Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal

Tomar - Ponte Velha - Rio Nabão - Portugal
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2008-02-25

Quem sou:

A minha foto
Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.

ÍNDICE - CONTENTS - INHALT - Περιεχόμενα

Os 12 pedidos para o Ano.

É normal desejar Feliz Natal, Boas Festas e Feliz Ano Novo, nesta altura do Ano. As expressões: “Deus queira que…”, “faço votos que…” e “haja Saúde” também nos acompanham diariamente. A letra: “A paz, o pão, habitação saúde, educação”, da música “Liberdade” de Sérgio Godinho, reflecte, igualmente, os desejos e necessidades humanas. Realmente, todas estas termologias vêm muito a propósito, nos tempos que correm. Tempos de carência laboral, política e social que nos levam a pedir, voltar a pedir e a redobrar pedidos, tendo em vista atenuar a privação constante a que a maioria da sociedade está submetida. Assim, e seguindo o raciocínio, vou igualmente formular pedidos. 12 Pedidos, como os Meses do Ano (não, 1 por cada Mês. Mas sim, 12 em cada Mês).
Vejamos:

1.º Pedido – Que Barack Obama faça tudo para merecer o Prémio Nobel. Até agora não vimos nada, antes pelo contrário, os Estados Unidos não ratificaram o acordo sobre a redução da proliferação das minas pessoais e não vão reduzir os contingentes armados por esse mundo afora. Até vão mandar mais tropas. “Fazer a paz com a guerra” desculpa-se o Sr. Obama.
2.º Pedido – Que os Governos do Mundo se organizem, com o objectivo comum de, o mais rapidamente possível, recuperarem os níveis económicos a que nos habituaram, sem perder de vista o progresso dos outros menos desenvolvidos.
3.º Pedido – Que todos os Governos do Mundo cheguem a acordo, no sentido de proteger o Planeta, no que diz respeito às alterações climáticas.
4.º Pedido – Que a Ciência desenvolva rapidamente, energias alternativas e rentáveis para substituir os combustíveis fósseis.
5.º Pedido – Que a Sociedade se torne menos egoísta e mais solidária. Esquecemo-nos facilmente que um dia, a adversidade pode-nos bater à porta.
6.º Pedido – Inteligência para a nossa Juventude. Estamos a assistir a uma degradação nos valores dos nossos jovens. Bastantes, terão no futuro uma vida à margem da lei, fútil e sem ambição.
7.º Pedido – Que a Gripe A não ceife mais vidas humanas.
8.º Pedido – Que não surja outra “Gripe A”, inventada, engendrada ou forjada.
A pensar mais no nosso País:
9.º Pedido – Que o Governo se aguente e consiga restaurar a confiança dos Portugueses ao nível da economia, emprego, educação e justiça (principalmente nestas duas últimas).
10.º Pedido – Que o Governo não endivide mais o País, para não cairmos na bancarrota (veja-se o estado da chegou a economia Grega).
11.º Pedido – Que o preço do dinheiro só suba em 2011 pois, os bolsos dos Portugueses em particular, dos Europeus e restantes concidadãos do mundo em geral, não aguentam aumentos em 2010.
12.º Pedido – Que todos os anteriores pedidos sejam aceites e satisfeitos em conformidade.
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Sintetizando e finalizando, penso que não é pedir muito, é unicamente pedir o razoável.
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In Jornal IMONEWS - N.º 38 - 2010

FOTOGRAFIA DA SEMANA - O RAPEL



O Rapel
Fotografia: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-11-13

Nota: O boneco é feito (por mim) com arames felpudos limpa-cachimbos. A vantagem de utilizar este tipo de material, é a sua maleabilidade e assim, com muita facilidade, dar a forma que queremos apresentar.

Justiça Portuguesa… Com certeza…


Se Amália fosse viva, cantaria: “…é uma Justiça portuguesa com certeza, é com certeza uma justiça portuguesa…”. Ou seja, a música era a mesma, a letra é que acompanhava a evolução dos tempos que correm. Escrito isto, vejamos: Nos últimos anos, assistimos a casos de polícia e justiça bombásticos. O caso Casa Pia e etc. O Portucale, o caso Maddie, o Freeport e etc. E mais recente, o caso Face Oculta e etc. No universo Jornalístico, não há dúvida que estes são os casos mais badalados. A comunicação social ao divulgá-los (e bem), mediatiza-os, o que faz todo o sentido pois o Povo tem o direito de saber o que é que se passa, nas “altas” esferas da sociedade. Pena é que, paralelamente, ao serem comunicadas o desenrolar das investigações e ocorrências sobre os mesmos, ficamos com um sentimento, um misto de perplexidade, confusão e incredulidade, ao nos apercebermos que, nalguns casos, não há culpados e noutros (mesmo sendo casos complexos), afinal só existia um criminoso. Estranha e misteriosa esta forma de resolver a malfeitoria que grassa o nosso País. Reparem no caso Casa Pia: Uma enxurrada de pedófilos, malandros. Bom… Só me lembro de ter assistido à prisão efectiva de um. No caso Portucale, o Instituto de Conservação da Natureza nada sabe, o governo fez tudo limpinho, em prol do interesse público, administradores e empresários de empresas envolvidas, agirem em conformidade. Todos os intervenientes afinal, não têm culpa nenhuma. Vá lá eu provar o contrário. Caso Maddie, mistério dos mistérios. Fundações Madeleine, As verdades das Mentiras dos Amarais, recolhas de fundos, encontros papais. Para quê?... Pois, a culpa vais morrer solteira, portanto, o caso fica por aqui. Quanto ao caso Freeport, nem vale a pena escrever nada. Como todos sabemos encalhou ali para os lados de Alcochete. O Ingleses pararam de investigar por falta de provas, o que leva o caso a tornar-se inconclusivo cá em Portugal. Não sei se vai ser assim mas “cheira-me” que não devo estar longe da futura realidade deste acontecimento. Agora, o mais recente: O Face Oculta, remete-nos novamente para a situação de existirem muitos nomes, muitos nomes (repito de propósito), muitos nomes mas, enfim, só um é que vai preso (em francês: déjà vu). Assim, chego à conclusão que com tanta investigação, escutas e informação a circular, sobre estas matérias policiais/jurídicas, os verdadeiros culpados disto tudo, devem ser os jornalistas, pois só sabem é a mandar bocas e denegrir a imagem alheia. Ou não. Digo eu.
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In IMONEWS - Jornal de Negócios - N.º 37 - Dezembro de 2009
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3894 - Tomar 2010-01-21
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-11-13 - Sexta-Feira - Com ou sem azar...

SELO da SEMANA

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A Evolução degradante do Homem.


A evolução técnica, científica e cultural da humanidade, é uma realidade que está bem presente e que nos rodeia diariamente. Sem notarmos, o simples gesto de abrir uma torneira ou a complexa viagem de avião, é e tem por base uma ocorrência brilhante, fruto da arte e engenho do Ser Humano. Pena é que toda esta capacidade, habilidade e inteligência não contraponha, afronte e contenha a amarga e diária realidade das populações: A criminalidade, a pobreza e a desigualdade social. Estas chagas sociais, crescem em paralelo à, diria, “evolução positiva” do Homem. Como tal, a “evolução negativa” é mais refinada e violenta (criminalidade), mais degradante (pobreza), mais visível de dia para dia (desigualdade social).
Esta triste verdade que ataca as modernas sociedades está também a começar a ser, de ano para ano bem visível no nosso País. Todos nós ainda temos bem presente, os assaltos aos Multibancos, os roubos às Bombas de Gasolina e os assaltos aos Bancos e Correios. Estas são as notícias que surgem nos grandes mídia. Entretanto, todos vamos sabendo do Caixote do Lixo que queimaram lá no nosso bairro, o Automóvel ao qual riscaram a porta, 3.º Andar do prédio que foi assaltado, o Bar que está aberto até às 2 da manhã e é uma barulheira na rua que não se pode, a linguagem que os jovens de hoje utilizam e que faz corar qualquer pessoa, etc. Enfim, poderia estar aqui a ocupar uma página inteira com exemplos mas não vale a pena. É uma questão de justiça?... É uma questão de política?... É uma questão Social, seguramente. Penso que a solução tem de partir de uma acção concertada entre as escolas, as famílias os governantes e os tribunais. Concluindo, tem de existir uma vontade de equipas multidisciplinares fazerem um levantamento exaustivo das maleitas que afectam a sociedade, tipificar as situações e alvitrar soluções em conformidade. Esta discussão, terá obrigatoriamente de ser feita local, nacional e internacionalmente, tendo em vista encontrar finalmente, um equilíbrio satisfatório para o Homem. Será utópico?... Penso que não. É tudo uma questão de inteligência e vontade.

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In IMONEWS - Jornal de Negócios - N.º 36 - Novembro de 2009
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3893 de 2010-01-15
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-10-20

FOTOGRAFIA DA SEMANA - JOSÉ SARAMAGO


A minha frase de apresentação, em todos os meus blogs é: Alguém que pensa que: Não há nada de oculto que não deva aparecer ao público. Se alguém tem ouvidos, que ouça. Se alguém tem olhos, que veja. Se alguém tem boca, que fale.
Como tal, venho publicamente gritar bem alto a minha solidariedade ao Escritor José Saramago e repudiar críticas retrógradas pois, a sua escrita, merece todo o respeito do Mundo. O nosso Nobel da Literatura, tem toda a legitimidade de se expressar em liberdade e transmitir a sua visão pessoal das "realidades" que nos rodeiam.
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Foto: Retirada da net - Composição gráfica da mesma: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-10-21
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A polémica: O novo Livro de José Saramago - Cain
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Quem é Cain: Click aqui

A tradição… Onde está ela?...

Presentemente é vulgar ouvir a frase “a tradição já não é o que era”. Na realidade, se o leitor olhar à sua volta, exemplos surgem aqui e acolá bem representativos desta triste realidade que assola os nossos dias, o nosso País e mais concretamente, a nossa Cidade de Tomar. O mais recente caso, a meu ver, é o da Feira das Passas de Tomar. A referida Feira, realiza-se em paralelo com a Feira de Santa Iria (durante o Mês de Outubro) e, enquanto esta última ocupa a Várzea Grande em frente ao Tribunal, a primeira ocupava a Rua dos Arcos, rua paralela ao recinto da Feira de Santa Iria. Escrevi ocupava, porque os Feirantes/Vendedores, foram agora “desterrados” para a Praça da República, local que fica quase a 1 kilómetro de distância do local primordialmente utilizado (vai para mais de 30 anos).
Esta alteração da localização da Feira das Passas, não tem pés nem cabeça e só pode ser a cabeça Política a pensar mais alto que a tradição Popular. Esta engenhosa mudança, vai fazer com que de ano para ano, menos vendedores queiram ocupar a Praça da República porque, a mesma, está deslocada do centro de passagem dos visitantes da Feira de Santa Iria, está durante a noite desertificada e é, digam o que disserem, um local desconfortável, sem árvores e sombras. Não admira portanto que, para a Praça da República só vão realmente “meia dúzia de gatos-pingados”, perdoem-me a expressão. Falei com um Feirante de uma banca de Frutos Secos e este confessou-se arrependido por ali estar. A título de exemplo, confidenciou-me que, sua esposa enquanto Feirante de Bolos, junto à Santa Iria, estava a ter mais clientela do que ele, á noite e á mesma hora, coisa que não ocorria quando ele estava na Rua dos Arcos. Este desabafo do Feirante é sintomático da realidade que ocorre na Feira. A deslocalização dos Vendedores e as condições que lhes são dadas, vão de sobremaneira influenciar o seu desinteresse, em participar neste centenário evento da nossa Cidade de Tomar e paralelamente afastar os potenciais clientes. Por isso, o título deste artigo: A tradição… Onde está ela?... Pois é… Respondam se forem capazes… Nota: Já li alguns comentários de quem gosta da Feira das Passas naquele local. Mas, não se iludam, a realidade é bem diferente e, o tempo o dirá.
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Por: Joaquim Francisco
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3881 de 2009-10-23

Um Prémio de 1,42 milhões de dólares. Porquê?

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A polémica em torno do Prémio Nobel da Paz atribuído ao Presidente dos Estados Unidos Barack Obama, não só tem razão de ser, como põe em causa a escolha do Comité Nobel, ao nível da escrupulosa e sábia interpretação das reflexões que estão subjacentes ao ideal do seu mentor, Alfred Nobel. Este, “onde quer que esteja” está revoltado de certeza (digo eu) pois, suas “instruções” foram postas em causa e deturpadas em prol de algo que, o futuro vai com certeza nos revelar, mas diferente do agora alvitrado (só pode). Esta ocorrência foi acompanhada em todos os Continentes e todos os Países, com uma hipocrisia atroz. De todo o lado choveram parabéns e felicitações, situação que a meu ver, demonstra uma patética subserviência por parte dos diversos Governos e Políticos, com medo certamente, de ficarem “mal na fotografia”, se não prestassem rapidamente a “mui digna vassalagem”. Esqueceram-se todos no entanto que, por mais voltas e operações de charme que os Estados Unidos tentem dar, continuam a ser os “maus da fita” ao nível de maior potência bélica, potência nuclear e potência poluidora. Certo é que Obama só lá está à 9 meses e que este prémio tem o intuito de o “encorajar” (dizem).
Agora pergunto: Quem é ingénuo ao ponto de acreditar que o Sr. Presidente Barack (com toda aquela “máquina” interna que o rodeia e influencia) consegue mudar num ano, mesmo dois, três ou quatro, todas as políticas com que a Nação Americana nos tem presenteado? Quem é que acredita, por exemplo, que as Guerras do Afeganistão e Iraque vão acabar? Na minha modesta opinião, o velho ditado “tão ladrão é o que vai às uvas, como o que fica de guarda”, cabe como uma luva neste acontecimento. Mesmo que o dinheiro (1,42 milhões de dólares) seja entregue a causas beneméritas, o que aqui está em causa, é a polémica que foi provocada com esta nomeação. Repito a minha ideia: Esta desastrosa escolha, foi o coroar de uma má interpretação que deram às palavras de Nobel pondo em causa a credibilidade presente e até futura de um Comité que envergonhou linearmente o seu nome. Por sua vez, Barack Obana em prol de uma política de transparência, justeza e com o intuito de não alimentar polémicas, não deveria aceitar o referido galardão.
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-10-11
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3880 - 2009-10-16

FOTOGRAFIA DA SEMANA

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-10-03

FRASE DA SEMANA

A FUTURA HISTÓRIA DE PORTUGAL
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Cavaco não se vai candidatar de novo... Está escavacado. Vai deixar a porta aberta para Marcelo Rebelo de Sousa. PS lança Manuel Alegre mas, o Povo, não vai em Poesias e aposta na prosa do "comentador". Em paralelo o Governo PS cai, culpa a oposição e atira-se ao Povo Português a pedir nova maioria pois: "nós somos uns coitadinhos porque fomos asfixiados pela oposição, topas". No fim, acaba por ganhar Pedro Paços Coelho, porque é mais charmoso (dizem as Tugas e a Judite de Sousa confirma-o em entrevista)...

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-09-30

Veja-se (click aqui)

NEGÓCIO DA SEMANA


VEJA-SE NOTÍCIA (CLICK AQUI)

1.ª Foto-montagem: Joaquim Francisco - Tomar - 29-09-2009

Quem ganhou as Eleições?...

Como não podia deixar de ser, afinal, quem realmente ganhou as Eleições de 27-09-2009, foi a ABSTENÇÃO com uma vitória histórica de 39,4% ou seja, 3,7 milhões de não votantes num universo de cerca de 9,4 milhões de Eleitores. Impressionante, não é?... Eu fartei-me de avisar, ninguém me deu ouvidos. Este resultado é o coroar de anos seguidos de “boas” políticas, com que têm presenteado o Povo Português. Repito, não é nada que não se tenha já escrito e rescrito, falado e avisado constantemente. Não há maneira é de “abrir a pestana” à Classe Política. Assim, como se não bastassem as actuações e procedimentos ao longo das legislaturas, já de si hilariantes, confrontámo-nos durante esta campanha com “programas” engraçados e quiçá espirituosos. Vejamos alguns exemplos:

Sócrates, continua a teimar arrogantemente (ou não) no TGV e Aeroporto, mas não explicou aonde vai buscar o dinheiro para os construir, com esta brincadeira perdeu a maioria (digo eu).

Manuela F. Leite, impôs uma Política de Verdade, mas não explicou verdadeiramente como é que a aplicava, na realidade governamental. A verdade é que eles nunca falam verdade, não é verdade?...

Paulo Portas canta vitória mas, não venceu nada, absolutamente nada. Gostava que ele me explicasse o que é que fazia às famílias a quem retirava o RSI – Rendimento Social de Inserção. Dava-lhes emprego no CDS, abria instituições para os acolher, pois… não disse nada. Sobre alternativas, nada… Esqueceu-se entretanto de lembrar os Portugueses que esse rendimento, na sua grande maioria, é recebido para as crianças do agregado familiar poderem viver.

Francisco Louçã falou muito bem sobre os Professores, Funcionários do Estado, grandes empresas, grandes grupos económicos, nacionalizar, etc. etc. Mas, foi muita parra e pouca uva. Espremido o diálogo, percebeu-se logo que o desgraçado do contribuinte estava sujeito a passar as “passas do Algarve”, só para arranjar dinheiro para pagar aos Professores, aos Funcionários Públicos, as multas à Comissão Europeia e as indemnizações aos grupos económicos que entretanto perderam o seu património (nacionalizado). Também fiquei a saber que perdeu dinheiro em PPR’s (rico economista ele me saiu…) e consta que aconselhou mal a Ana Drago (diz-se)…

Jerónimo de Sousa, mandou a cassete mais uma vez papaguear os chavões esquerdistas, estilo “O povo é quem mais ordena”, “PCP sim, PS não”, “A luta continua, Sócrates para a Rua” e etc… Pois, ficou quase em último.

Sim quase em último porque eu não me posso esquecer do: Garcia Pereira arrecadou 0,93%, ou seja, 52 mil votos. Lembro-me que o Bloco, começou também a voar baixinho e agora já está espigado e a crescer-lhe a barba e bigode. Bem, quem lhe deu um bigode foi o CDS/PP, mas isso é outra guerra.

Quem eu gostei mais uma vez de ouvir, foi o Ti Alberto do Jardim. Chamou aos Portugueses do Continente, diga-se, áhhhhh…rrgghh háaaa rrghhh…. Fui asfixiado, pronto… pronto… não digo mais nada… acabou-se… Só para dizer que penso… Vai acontecer o mesmo nas Autárquicas… Vejamos se tenho ou não razão… áhhhhh…rrgghh háaaa rrghhh…. Já chega pá…

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-09-28
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3878 - 2009-10-02

Gripe (A) salvadora da Crise…

Afinal, quando menos se esperava, a Gripe A veio salvar a crise mundial. O exercício mental é simples e intuitivo, basta ver quem se está a “safar” na manufactura, comercialização e venda de produtos intrinsecamente ligados à problemática, diria, Gripal:

1 – Industria Papeleira – Fabrico de caixas (embalagens) para medicamentos, folhas de papel para publicidade, lenços de bolso, papel especial das máscaras, rótulos para frascos de medicamentos, literatura inclusa, etc.

2 – Industria do Plástico – Embalagens para medicamentos e líquidos desinfectantes, sacos para os lenços de papel, luvas tipo palhaço, etc.

3 – Industria Química/Farmacêutica – Bom, nem vale a pena gastar tinta… e, etc.

4 – Industria de Marketing – Anúncios, Outdoors, Panfletos, publicidade nos jornais, slogans, etc.

5 – Industria de Telecomunicações – Ligações telefónicas SOS, mensagens urgentes, etc.

6 – Industria da Borracha – Luvas, fitas das máscaras de papel, etc.

7 – Empresas de distribuição de material e grandes Armazenistas – Distribuição de toda esta parafernália de material e afins e, etc…

8 – Indústria de Sabão – Esta, depois de estar a cair em desuso, vive agora outra vez, uma época de ouro, etc.

9 – Gráficas – Impressão de panfletos, caixas, flyers, desdobráveis, etc.

10 – Palestras, Conferências, Congressos, Reuniões… e tudo o que rodeia estes eventos e, etc…
Ou seja, com estas 10 “boas razões” para que a dita Gripe, A ou não A, se mantenha (em prol da luta contra a crise, claro está), se multiplicarmos pela quantidade de Países, cujas industrias trabalham nas matérias atrás referenciadas, temos um considerável volume de negócios que não é de desprezar, de todo. Sim senhor… Esta carola, pensa demais, digo eu…
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-09-22
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DESENHO DA SEMANA

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-09-22

O "JARDIM DO INSULTO"

Não há dúvida que vivemos num país em que uns são filhos e outros enteados. Quem faz corninhos com os dedos é demitido, mas faz; Quem diz asneiras é idolatrado e continua a dize-las. Quem manda dar, no passado, mangueiradas na multidão, é eleito Presidente da República; Quem é 1.º Ministro durante um mandato e prestes a terminar o mesmo, é atacado dia sim dia sim pela oposição, como se a mesma fosse imaculada e dona da verdade. Como eles se tratam bem, não é... Poderia dar mais exemplos pois são tão tantos que, um dia, não chegava para os escrever. Sinceramente, não entendo, nem percebo o que é que se está a passar no nosso País, ao nível de quem nos Governa e de quem os põe a governar. Realmente, tenho de reconhecer que vivemos num país de BANANAS, só pode. Não escrevi República das Bananas, porque se calhar, já o somos. Sim… Uma República das Bananas tem como habitantes, BANANAS, certo?... Vejamos: Aceitamos tudo de cara alegre… Rimo-nos dos disparates alheios sem nos indignar-mos… Gozam politicamente com o Povo mas estamos sempre a apoiar os mesmos… Governam-se com o nosso querido dinheiro mas continuamos a dar-lhes crédito… Fulano e sicrano influentes, estão a contas com a justiça, mas afinal era tudo falso alarme… Prometem, voltam a prometer, prometem de novo e os (perdoem-me a frontalidade) BANANAS, sempre a acreditar nas promessas… E por ai fora… A falta de pudor, honra e seriedade que a nossa Classe Política transpira, está a atingir tamanha proporção que prevejo, por parte dos eleitores (e com razão), mais e mais desinteresse, nas futuras eleições Nacionais.

Veja-se a última BACORADA, do intocável Alberto João Jardim, que disse em público: FUCK THEM, em alto e bom som, ao ser entrevistado na Madeira no dia 07-09-2009 e com a Dra. Manuela Ferreira Leite por perto. Lindo não é… É por demais atroz, repito, ATROZ. Agora o Sr. Presidente da República vai-se calar?... A Dra. Manuela não vai dizer nada?... As oposições resignam-se… O Povo, vai rir à gargalhada e pronto acabou-se?... Tudo isto é um grande insulto, sinto-me ofendido com o que vejo, ouço e leio todos os dias, sobre Portugal e os Portugueses. Agradeço que pensem um bocado e que também se sintam ofendidos. O “Jardim do Insulto”, não pode continuar.
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Adaptação do "FUCK THEM": Joaquim Francisco em 2009-09-08
-Nota: Click no Desenho e no Fuck Them
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-09-08
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3876 - 2009-09-18

Video: http://www.youtube.com/watch?v=PczLZQHY9O4

FOTOGRAFIA da SEMANA

-A Foto (cartaz de campanha), representa o Candidato do BE à Autarquia de Tomar, Sr. António Carlos Godinho, digníssimo Professor da Escola Jácome Ratton. Mas a mesma, só me merece um comentário:
- Estou bem, sim. Passei bem, sim. MAS, NÃO TEM NADA A VER COM ISSO... tá bem... bom, ficamos assim... ou não... digo eu... sei lá...
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FOTOGRAFIA da SEMANA


Depois dos CTT Correios (click em CTT Correios para ver a imagem), chega agora a vez das Repartições de Finanças terem os seus depósitos para aceitação de documentação. Assim, veja-se junto ao edifício das Finanças em Tomar, os novos Receptáculos de Impostos. Lembro que os mesmos estão em linha com o pacote governativo que dá pelo nome de SIMPLEX. Inventam tudo... Este Governo é danado para a brincadeira... Ou não... Digo eu...

Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-08-15

FOTOGRAFIA da SEMANA

-O Tomate que não queria ser, um simples Tomate... Queria ser algo mais... Muito, muito mais... (digo eu).
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Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-08-07

Tomar e as Ofertas Turísticas II

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O Parque de Campismo de Tomar.
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Finalmente, o Parque de Campismo reabre as suas portas ao turismo tomarense, nacional e internacional. Finalmente, ao fim de 6 anos, alguém ganhou coragem e avançou com um projecto que esteve na gaveta tempo demais. Não sei se é por estarmos em ano de eleições, se os constantes pedidos dos meios de comunicação, para a abertura do mesmo se as fotografias de Auto-Caravanas espalhadas pela Cidade tiveram influência, certo é que o Parque de Campismo finalmente reabre.
Tomar é uma localidade com muitas atracções turísticas. Não podemos esquecer o Aqueduto dos Pegões, a Capela de Nossa Senhora da Piedade e as Escadinhas, a Capela de São Gregório, a Capela de São Lourenço, o Castelo de Bode, o Castelo e suas relíquias, nomeadamente o Convento, a Janela do Capítulo e a História Templária, o Convento de Santa Iria, a Ermida de Nossa Senhora da Conceição, a Igreja de S. João, a Igreja de São Francisco, a Igreja de São João Baptista, a Igreja Nossa Senhora da Graça, as Janelas e Portais que enriquecem a nossa Cidade, a Ponte Velha e sua original arquitectura, o Rio Nabão e sua envolvente paisagística, a Roda do Mouchão, a Sinagoga e para finalizar esta longa lista patrimonial que edifica e enche de orgulho qualquer Cidade que se escreva com C Grande, a Festa dos Tabuleiros. Para acolher os visitantes que vêm à Cidade de Tomar, e que por cá querem pernoitar, não chegam as Estalagens, os Hotéis, as Pensões e as Residenciais. Há quem goste de estar integrado num ambiente de ar livre, mais natural e verde. O nosso Parque de Campismo, referenciado internacionalmente, oferece essa característica e mais, oferece a proximidade à Cidade, suas Gentes e seus Monumentos. Espero que esta posição manifestada pela nossa Edilidade Camarária, seja o arranque para um período de restauro e recuperação de outras zonas e situações anómalas que teimam em continuar a ser vistas por todos nós, no nosso dia a dia. Refiro-me por exemplo, às Escadinhas Nossa Senhora da Piedade que se encontram num estado de abandono e degradação intolerável, o nosso Aqueduto dos Pegões que tem um aspecto de ruína decadente, o antigo e vulgarmente conhecido por Colégio Feminino, de está com uma aparência degradante, o edifício do Convento de Santa Iria e seu telhado em destroços, o Edifício da Fundição junto à Ponte Velha, em condições lastimáveis, os vidros partidos do mesmo edifício, na Levada, mesmo ao lado do edifício das Finanças. Ou seja, belas fotografias para turista fotografar para mais tarde recordar (digo eu). Será que estas situações agora descritas, vão-se arrastar por mais 6 anos (como a saga do Parque de Campismo), ou vamos ver obra feita?... Os Tomarense ficam a aguardar.
Nota do autor: Não se apresentam imagens das situações degradantes da nossa cidade, sob pena de ferir a sensibilidade dos meus conterrâneos.
Fotografia: Joaquim Francisco em 19-07-2009 - Tomar junto à Junta de Freguesia Santa Maria dos Olivais.
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In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3871 de 2009-08-14 - Tomar
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-08-09

HOMENAGEM da SEMANA

Mais uma grande personagem do nosso Lusitano meio que encerra a sua estada nesta passagem que é a vida. Raul Augusto Almeida Solnado 19 de Outubro de 1929 - 08 de Agosto de 2009.
RIP
Fotografia: Capa do livro "A vida não se perdeu" - 1991 - Sua biografia escrita por Leonor Xavier (que foi sua mulher durante 15 anos).

FOTOGRAFIA DA SEMANA

Postal de Colecção:

Aspecto da parede do ex Colégio Feminino na Rua Sta. Iria. Não há dúvida, dá um bonito Postal Ilustrado para "Inglês ver", digo eu... Lindo, beautiful, magnifique, schön...

Foto: Joaquim Francisco - 2009-07-25

Era uma vez uma rotunda (Parte III)

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Mais cimento e betão, não queremos não…
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“Estamos orgulhosos por a nossa Casa ter chamado a si a responsabilidade de perpetuar de forma simples, aqueles que por aqui passaram rumo às cidades que fizeram crescer”, disse o presidente da Casa do Concelho de Tomar, José Manuel da Graça, na inauguração, no passado sábado, dia 11-07-2009, do monumento ao construtor civil, na rotunda da Serôdia, numa iniciativa desta instituição. Leia-se, Jornal Cidade de Tomar, Edição N.º 3867 de 17-09-2009. No entanto, eu acrescentaria: “… passaram rumo às cidades que fizeram crescer desordenadamente...”. Lamento, mas é assim que eu realmente vejo a emblemática rotunda: Uma homenagem ao desordenadamento do território, a uma das paisagens rurais mais feias da Europa, telhados e telhadinhos cada um com a cor a seu belo prazer, umas casas viradas para norte e outras para sul, sem nexo e sem rigor, tijolo sobre tijolo sem isolamento em conformidade, a mira do lucro em detrimento da construção com qualidade (prédios novos já cheios de rachas é o que mais se vê), mamarrachos muito altos em zonas onde era suposto construírem vivendas, área entre construções muito reduzida e apertada, originando a ausência de espaços verdes, betão, betão e betão. Somos o país do betão. Um lugar de betão, à beira mar plantado. Os espaços rurais e verdejantes foram selvaticamente usurpados, em prol da construção civil. Querem que eu esteja de acordo, com a rotunda a homenagear os construtores?... NÃO CONCORDO. Grave, é não pensarmos seriamente em tudo isto, não olharmos à nossa volta, não estarmos sensíveis a esta invasão do cimento, lamentável. Vem a propósito, a intervenção dos nossos vereadores Independentes que consideram “estruturante” a construção fora dos espaços urbanos (veja-se Jornal Cidade de Tomar, Edição 3863 de 19-06-2009 “Câmara de Tomar admite construção fora dos espaços urbanos”). Vergonhosa intervenção política na minha óptica. O que é que ganham por implementar essa ideia?... Querem alterar os PDM’s e os PROT’s porquê?... Mais cimento em vez de árvores?... Destruir a paisagem rural, não é?... Lindo… Isto é que é Política. A Construção Civil é que nos vai tirar o Aquecimento Global, fornecer-nos Oxigénio, deliciar-nos com óptimas paisagens e alimentar-nos com produtos agrícolas extraídos do… cimento?... Voltando ao assunto que é a rotunda, a mesma está construída à imagem e semelhança, do que vemos e não gostamos, no nosso dia a dia, nas cidades e não só, infelizmente: Blocos de cimento, alinhados sem uma ordem geometricamente eficaz e encimados por ferro (as verguinhas à mostra devem ser uma alegoria às antenas dos telemóveis, como existe na Alameda Um de Março, podem lá ver umas quantas).

Para concluir, transmito que quando vi pela primeira vez, a rotunda em causa, pensei que fosse uma homenagem ao monumento pré-histórico de Stonehenge da Inglaterra (Foto 2 - para que se possa comparar) mas, afinal, nem eu estava na Inglaterra e, na verdade esse é de pedra e não de betão, isso seria pedir demais, ou não, digo eu…
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Nota -> Foto 1, autor: Joaquim Francisco (fotografia da rotunda da Serôdia, segundo a visão do próprio autor). Foto 2 retirada da Internet.
- In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3869 de 2009-07-31
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-07-17
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DESENHO DA SEMANA

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O JARDIM

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Autor: Joaquim Francisco - Tomar - Ano 1986 -> Relíquias do Passado

Este ser o Homem

Como a vida é bela.
Pura, doce, ingénua e de uma calma imensa.
Satisfaz caminhar com ela não adormecida.
Seu doce olhar nos observa.
Graça e requinte, beleza, numa só palavra.
O seu dia nascerá com pureza, para o Homem.
Este ser, o Homem.
Ele mata, ele ama. Olhem à sua volta.
Ele pisa, ele destrói.
É a morte, é a vida.
Uma louca velocidade incontrolável, como uma sombra.
Caprichos desmedidos. Observem e escutem.
Estamos cegos, surdos e loucos.
Loucos pela vida, essa doce e amarga coisa que nasceu para ser vivida.
Pura, ingénua e de uma calma imensa.
Beleza, numa só palavra.
Este ser, o Homem. Olhem à sua volta.
Ele destrói…
É a vida.

Por: Joaquim Francisco
Tomar - Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Foto: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-07-05 - A SOMBRA

FOTOGRAFIA DA SEMANA -> 09-07-02

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COMENTÁRIO POSSÍVEL: hum... bem... ou seja... bom... sem comentários...
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Foto: Manuel Pinho Ex-Ministro da Economia

Lixo, Civismo e Companhia Lda. (Parte II)

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A fotografia aqui apresentada (Foto 1) foi tirada no dia 02-07-2009, quinta-feira passada e, acreditem ou não, nem sei como começar a descrever a situação retratada na mesma.
Num artigo publicado em 07-07-2007 (veja-se neste Blog) neste nosso Jornal, chamei a atenção para a falta de civismo que alguns moradores da Alameda Um de Março tinham demonstrado, pondo o lixo fora do contentor (veja-se Foto 2 molok), junto ao marco de correio dos CTT quando, o situado perto da perfumaria (na outra esquina e a uma distância de 15 metros) estava nitidamente vazio.

Relembro que na altura, o nosso Ex-presidente Paiva num edital, alertava a população para a necessidade de não colocarem lixo no chão, portanto, fora dos contentores. Passados dois anos, a minha indignação e perplexidade repete-se. O que se observou (Foto 1) na Av. Ângela Tamagnini (perto da paragem do autocarro, do lado da “curva da Marisqueira”) envergonha e indispõe de certeza (alguns) dos seus moradores (ou não?...). Eu, como morador, ao registar semelhante situação, não pude deixar de reparar que 20/25 metros mais à frente, precisamente na “curva da Marisqueira”, se encontravam dois contentores de lixo, VAZIOS. Pergunto: Será que mais ninguém os viu?... Tal como escrevi no passado, relembro agora e novamente que, deitar lixo para o chão, é passível de multa. Espero vivamente que os meus VIZINHOS (se é que os posso tratar como tal) não cometam mais atentados PORCOS como este, até porque civicamente não lhes fica bem. A higiene nas ruas tem de ser uma das prioridades da população tomarense. Não prestar atenção a esta situação, é ajudar a denegrir a imagem que a nossa Cidade quer e deve transmitir a Portugal e ao Mundo. Quem nos visita, certamente irá reparar e fotografar os bons e maus exemplos de cidadania que lhes proporcionamos, para além da paisagem e monumentos. Gostariam de ver um outdoor, na Rotunda do Bom Jardim, como o apresentado na Foto 3?...

Como a mistura de lixo doméstico, com papel e garrafas de plástico era bem visível no contentor, gostaria de sugerir aos Tomarenses o começo (urgente) da separação dos lixos que produzem: Ecopontos Verdes – Vidro (Vidrão), Amarelos – Plástico e Metal, Azuis – Papel e nos restantes Contentores (os que têm rodas) – Lixo doméstico. Uma palavra aos nossos Governantes Tomarenses: Que me dizem de um desdobrável (flyer), com distribuição gratuita pela população (infomail), com a localização de Contentores do Lixo, Ecopontos e Molokes, na nossa Cidade?... Seria uma grande ajuda para a população Tomarense (digo eu). É que alguns dos nossos conterrâneos, parecem desconhecer a localização pormenorizada de toda esta quantidade de receptáculos de lixo espalhados cá pelas ruas. Fica a ideia, fica o alerta: Civismo.

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-07-03

Fotografias: Joaquim Francisco 2009-07-02 - Foto 3: Outdoor situado na Retunda do Bom Jardim, Tomar, adaptado por Joaquim Francisco (Foto montagem).

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3867 de 2009-07-17

HOMENAGEM da SEMANA

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Fotografia: in Michael Jackson "A Tear-out photo book", 1995, Oliver Books, Riverside Road, London -> Montagem e adaptação: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-06-30

O Sol quando nasce, não é para todos.

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Dinheiro há muito está é mal distribuído.

Foi com muito orgulho que recebi a notícia da possível transferência do “nosso” Cristiano Ronaldo, do Manchester United para o Real de Madrid. Primeiro, não é todos os dias que um Português vai para Espanha “trabalhar” (digo eu). Segundo, finalmente quebrou-se o tabu. Penso que é o termo utilizado no meio futebolístico, tabu, interessante palavra, na política também se costuma ouvir… Terceiro, os valores da “transferência” são tão… Como é que hei-de dizer… Tão “gordos”, não… Cheios… também não… bolas, faltam-me as palavras correctas para classificar um número com tantos ZEROS. Bem, os leitores arranjam de certeza uma expressão perfeita, fica assim ao vosso critério. A ser verdade, com as matemáticas a trabalhar, chega-se facilmente a resultados admiráveis.

Vejamos: O desenho anexo, refere o número de ordenados mínimos que se pagam com o valor da transferência, resultado, 208000 ordenados mínimos. Pagava o ordenado a 14762 trabalhadores, durante um ano. Dá para pagar 671 ordenados ao nosso Presidente da República e 885 ordenados ao Primeiro-Ministro. Curiosamente, podemos comprar 269 Ferraris com aquele valor. Esta transferência milionária, ou seja, o valor de que se fala, não vai para os bolsos do craque da bola. Mas que é um verdadeiro atentado à pobreza alheia, ainda por cima, nos tempos de crise que correm, disso não tenhamos a menor dúvida. O Real de Madrid está com certeza a nadar em dinheiro, colocando-se assim na linha da frente da retoma económica, caso contrário, não se estaria a meter nesta, chamar-lhe-ia, incongruência monetária, devaneio financeiro ou delírio económico. Bem podem os nuestros hermanos gritar OLÉ de tanto contentamento. Com o dinheiro a fluir às carradas, lá para aquelas bandas do Santiago Barnabéu, não me admira nada assistir a filas de desempregados, pedintes, banqueiros falidos e ex-funcionárias da Atalaia (ou não), tudo de mão estendida a pedir uma “Real” esmolinha. Nós por cá já estamos habituados. Temos até a expressão: “dê-me um tostãozinho para o Santo António” que é velhinha, eficaz e está sempre na moda (pelo menos uma vez por ano).
Finalmente, quiero dejar una palabra de consuelo a todos los españoles, pêro, prefiero que el dinero se gasta allí, en Madrid, España, de lo que se gasta en Portugal porque, parece que los españoles son más ricos que los portugueses.
Uau, estou a ficar muy bueno a escribir español. É o nosso Primeiro a hablar e eu a escribir. Estamos a ficar tão bons nesta matéria que, não tarda nada, estamos a ser contratados, também, pelo Gobierno Zapatero. Já que falei no nosso Primeiro, aproveito esta ocasião para lembrar o nosso Governo Sócrates, de não “embarcar” no TGV pois, nesta guerra de milhões, 200.000.000 para o arranque da obra é, repito, incongruência monetária, devaneio financeiro ou delírio económico.
Bom, com ou sem espanholadas, o certo é que este negócio de 93 milhões, é uma VERGONHA. Bem verdadeira se torna a frase: O Sol quando nasce, não é para todos.
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In Jornal Cidade de Tomar - 2009-06-19 - Edição N.º 3863
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-06-13

Save the Stars


Autor: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-31

VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem.


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Com as Eleições à porta, não podia deixar de me auto proclamar Candidato pelo PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Com o lema: Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem, vou tapar o “buraco” deixado pela oposição que se revela à Esquerda e à Direita, mantendo-me assim, ao “centro”. Dirijo a minha palavra e acção politiqueira à Europa em particular, a Portugal em qualquer coisa e a Tomar e Arredores em geral. VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores.

A minha campanha vai conseguir, através de parcerias consolidadas e de umas quantas influências que a CGD e o BCP entrem com 120 milhões de euros cada um, o BES com 80 milhões, o Santander Totta com 60 milhões, o BPI com 50 milhões e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo com 20 milhões. Repararam com certeza que este grupinho de Instituições Bancárias, já se uniu no passado para ajudar o BPP. Agora, com a ajuda deste período eleitoral (e por ser politicamente correcto), vão-me auxiliar a desenvolver uma forte campanha, através desta “pequena e singela” achega pecuniária (ou não) e tudo na maior das legalidades. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Já para não falar do aval do Estado que se cifra para cima de um dinheirão mas… bem... não quero utilizar esta ferramenta como bandeira política e muito menos de campanha. A minha batalha vai pautar-se pela originalidade de ideias e acções astuciosas, não utilizando mensagens negativas contra os meus adversários de corrida, nas próximas maratonas desportivas (perdão) políticas a realizar à porta dos Eleitores. Não “és preciso ablar español cono los otros” como o nosso Primeiro. Não necessito de “assinar por baixo”, eu assino onde quiserem… por baixo, por cima, de lado, de esguelha, etc. VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não quero ir às Feiras e Mercados distribuir beijos e abraços até porque, não é higiénico. Não vou utilizar as “cores vermelhas e verdes” à mistura e também não vou “bloquear” nada, nem ninguém. Sempre que se quiserem manifestar, gritem muito alto e bem: VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Parte do dinheiro que vou receber por conta das “gorjetas”, já acima referidas e do aval do Estado (convêm lembrar), servirão para ajudar a IFM – Infelizes, Funcionários na Miséria, pois a sua situação laboral, para tal caminha… VOTEM em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores. Não me lembro assim de mais nada para escrever mas, ficaria muito feliz se o apoio e solidariedade política e institucional se solidificassem, conforme o desejo do fundo da minha alma eleitoralista. O inaudito provento que esta conjuntura me assesta, caracteriza-se ela mesma, de grande comoção para com o povo que me apraz tergiversar solenemente. Por tudo isto, VOTA em PATA – Político Atento a Tomar e Arredores – Prometo o que quiserem. Assino onde quiserem (digo eu).
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Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-2009

OUTDOOR DA SEMANA


Imagem dos Outdoors de Campanha, espalhados pelo nosso Concelho

José Becerra Vitorino é o Candidato a Presidente da Câmara Municipal pelo PS - Partido Socialista Português. E, diga-se, um GRANDE CANDIDATO. Tão grande, tão grande, tão grande que, veja-se, a avaliar pelo poster apresentado, NEM CABE NO MESMO.


Não sei bem o porquê desta "estratégia política", de cortar a cabeça ao nosso Candidato. Seja como for, eu não sou de intrigas e, resolvi ajudar a causa. Além do mais, até simpatizo com o amigo Vitorino... Assim sendo, o meu contributo:



Hããã!!!... Está ou não está com pinta...

Agora sim, temos um GRANDE e COMPLETO CANDIDATO...

Nota: O 2.º poster foi composto por Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-20

Sorria, continua a ser gamado…


O slogan “Sorria, está a ser gamado…” foi por mim utilizado, num texto escrito neste nosso Jornal Cidade de Tomar (ver Edição N.º 3810 de 13 de Junho de 2008). Na altura em que o mesmo foi escrito, argumentava-se a grande escandaleira que eram os preços dos combustíveis, praticados pela “nossa” Galp. Felizmente, desde então, assistimos à lenta redução do preço do barril de petróleo (não sei se adianta alguma coisa), nos mercados internacionais. Por parte da OPEP – Organização dos países exportadores de petróleo, a sua cotação, está a ser muito contestada. Argumentam estar baixa demais, pois o barril está a ser transaccionado na casa dos 50 a 60 Dólares quando deveria estar nos 70 Dólares ou mais: "O preço de 50 dólares não é suficiente para cobrir os custos de investimentos no futuro, (...) o preço que permite receitas razoáveis e aceitáveis é de mais de 70 dólares o barril", declarou em Argel, o secretário-geral do cartel, Abdellah El Badri (26-04-2009 – Fonte SIC). Realmente, a situação deve ser ponderada e todos devem respeitar essa ideia, tendo em vista “os custos de investimento no futuro”, entendo até que o Sr. Abdallah se estava a referir a investimentos em Energias Renováveis mas sobre essa matéria se calhar, vou ter de “esperar sentado”. O que não entendo mesmo, são os preços praticados internamente, no nosso País. Senão vejamos: Quando o Barril estava, em 2008, a ser transaccionado a 90 e a 100 dólares, cá, o preço do Gasóleo (por exemplo) rondava em média 1,0 € a 1,10 € o litro. Agora, que o preço do barril ronda os 60, 65 dólares, temos cá o preço de 0,970 € a 0,980 € por litro. Se a matemática não me falha e usando mais uma vez o Gasóleo como exemplo: Se um Barril que custa 90 Dólares, origina gasóleo a 1,0 Euro, quando o barril custa 60 Dólares, o gasóleo custa Xis. Ora bem, fazendo a conta ao Xis o resultado é igual a 0,666 Euros (ou será que a regra de três simples não se pode utilizar nos combustíveis?). Pergunto: A minha Matemática está errada ou as contas da Galp estão inflacionadas?... A Autoridade Reguladora (se é que existe) já fez estas contas ou está a pactuar comodamente com aqueles “Galpistas”, perdão, “Golpistas”?... O Governo sabe e nada faz ou nada faz porque lhe sabe…(bem)?... Certo é que a diferença é de 30 cêntimos por litro a menos e em média, em relação aos preços praticados actualmente. Bem podem argumentar que existem taxas, impostos, transacções, petroleiros carregados no alto mar à espera de comprador, interesses estatais, intermediários oportunistas e cotações no mercado bolsista a influenciar os elevados preços que os Portugueses estão a pagar. Não aceito, nem acredito nas desculpas esfarrapadas com que nos carregam. Na verdade, os Senhores Galp estão a vender os combustíveis muito caros e ainda vêm com falinhas mansas sobre os aditivos, os “mitos urbanos”, que a deles é que é boa, a dos outros não presta e etc. Afinal, não é a Galp que fornece o mercado em 95%? (digo eu). Os clientes finais, que somos nós (chateia, serem sempre os mesmos a pagar) têm de se sujeitar, mais uma vez, a este descarado GAMANÇO. Por isso, caro leitor: Sorria, continua a ser gamado…

In Jornal Cidade de Tomar - Edição 3861 - 2009-06-05
Por: Joaquim Francisco -Tomar - 2009-05- 20

DESENHO DA SEMANA

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Nota:
Este desenho "O Espelho da Política", é baseado no Livro de George Orwell: "O Triunfo dos Porcos". Não me detenho na frase: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros" que será, diga-se, a mais emblemática mas sim, na frase que se lê no fim do livro: "Os que se encontravam lá fora olhavam do porco para o homem, do homem para o porco e novamente do porco para o homem, mas era já impossível distinguir uns dos outros."
Joaquim Francisco - Tomar - 2009-05-13

FOTO DA SEMANA

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Foto: Joaquim Francisco - Rotunda da Av. Ângela Tamagnini - Tomar - 2009-05-08

Na rotunda situada a meio da Av. Ângela Tamagnini, existe (ou existia) um cartaz relativo à campanha eleitoral, penso que da Sra. Manuela F. Leite. Este cartaz é representativo e demonstra bem a CRISE que atravessa Portugal. Já chegou (a crise, claro), veja-se, à Política. Imaginem assim, as seguintes hipóteses:

1.º - A cola já não é de altíssima qualidade (será Made in China?).
2.º - Já não se pode confiar nos voluntários que colam os cartazes (será que andam armados em Políticos?).
3.º - Os placards já não são o que eram. Chapa metálica não aceita cola de papel (digo eu). Mais valia utilizar Platex (sempre era produto tomarense).
4.º - Terá existido boicote, como forma de protesto aos arrufos constantes que trespassam a nossa boa realidade política (boa... ou não).
5.º - Nenhuma das anteriores... ou, todas em simultâneo... (ui, esta doeu).

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Afinal, sempre existe a “Geração Rasca”?...

Em 1994, Vicente Jorge Silva escrevia sobre a “Geração Rasca”, no Jornal o Público. Referia-se concretamente, aos jovens universitários que manifestavam a sua discordância pelas políticas educativas, principalmente sobre o aumento das propinas universitárias. Só por curiosidade, este senhor, foi deputado pelo Partido Socialista eleito pelo circulo eleitoral de Lisboa quando (não se riam), Manuela Ferreira Leite era Ministra da Educação. Passados 15 anos, os jovens agora com 12, 13 a 15, 16 anos de idade, estão condenados a ser apelidados novamente com o mesmo nome só que, actualmente, por motivos mais sócio/familiares e políticos.
Senão vejamos: Os nossos jovens, em cada duas palavras que dizem, uma é asneira. Não respeitam, nem acatam a opinião dos mais velhos. Desconhecem o significado da palavra “obrigado” como tal, não a utilizam... Não têm no léxico a expressão “por favor…”. Porque são porcos, não sabem o que é um caixote do lixo. São fúteis, baldas e… Em cada dois alunos, um é um zero a Matemática. Em cada dois alunos, um é um zero a Português. Vou parar por aqui.

Verdade seja dita que a responsabilidade desta situação, ter chegado aonde chegou, muito se deve à atitude dos seus papás (a geração anterior?... digo eu…). Estes, pensam que educar, é dar tudo o que é fixe, moderno e tecnologicamente avançado: Boa roupa de marca, dinheiro no bolso para comer “fora” e telemóvel topo de gama. Tudo para os meninos ficarem bem na fotografia do “grupo”. Não se pode deixar de responsabilizar (também) os sucessivos Governos que em prol da modernidade e evolução civilizacional, legislaram sempre políticas falhadas e arruinadoras do real interesse da juventude estudantil. Esta época do “facilitismo educacional” que se vive na Escola Pública, veio ajudar a agravar a situação. A crise económica/financeira é, assim, mais uma a assolar esta sociedade chamada de, portuguesa. Uma sociedade pobre. Pobre em cultura, em valores, em dinheiro e em jovens com um J grande. Não adianta vender PC’s baratos, aumentar a idade da escolaridade obrigatória ou incentivar a cultura das “Novas Oportunidades”. Somente com boas políticas de ensino, bem estruturadas e com mais apoio da família (é obrigatório a mesma ser responsabilizada) se consegue fazer algo de positivo. Portugal vai ter agora um Ciclo Eleitoral e, todos os Partidos vão ter uma oportunidade soberana para desenvolverem e aplicarem um programa que recaia sobre esta matéria tão sensível. Não fazer nada, vai hipotecar ainda mais o futuro das novas gerações, temendo eu que, mais rascas vão ser.

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3858 - 2009-05-15

Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-03

POEMA DA SEMANA

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Encontro com a Noite...

Que a Noite vos encontre, maravilhosa.
Saúde, Paz e em quantidade, amor.
Brilho, alegria e muito harmoniosa.
Mil flores de rosas, com um eterno odor.


Autor: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-25

FRASE DA SEMANA

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SOMOS SENHORES DO QUE NÃO DIZEMOS E ESCRAVOS DO QUE PRENUNCIAMOS.
(sabedoria popular)

Fotografia: Joaquim Francisco - Escócia - 2007-07-27

Era Uma vez uma Rotunda - Parte II

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Penso que foi em 2005 que escrevi um artigo neste nosso Jornal Cidade de Tomar, cuja temática envolvia o cruzamento da Ponte Velha com a Rua Everard e a Av. Marquês de Tomar. Na altura e bem, chamei a atenção para a prioridade que tem de ser dada, pelos veículos que circulam na Rua Everard, aos que se apresentam na saída da Ponte Velha e que estes têm de seguir obrigatoriamente para a Av. Marquês de Tomar (esta situação de terem de cortar para a direita, nem sempre ocorre, alguns automobilistas ainda teimam em atalhar terreno, e cortar ali mesmo para a esquerda mas, esta é outra guerra). Venho agora, mais uma vez, armar-me em “Instrutor de Condução Automóvel” e evocar a vossa atenção para, chamar-lhe-ia, as bacoradas automobilísticas que tenho vislumbrado nas nossas boas e belas estradas mas, mais concretamente nas ROTUNDAS. Vejam bem a imagem que ilustra este artigo e sigam o raciocínio: Quando um condutor, no seu veículo, contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na PRIMEIRA saída, ENCOSTA-SE à ESQUERDA e vai à sua vida. Quando um condutor contorna uma rotunda e quer abandonar a mesma na SEGUNDA ou TERCEIRA saída, CONTORNA a ROTUNDA por DENTRO e só ao aproximar-se da saída, faz pisca (direito, evidentemente) e efectua a manobra para a direita afim de sair. Penso que esta chamada de atenção é pertinente, na medida em que a proliferação de ROTUNDAS é um facto consumado e é inegável que quase ninguém conduz como o descrito. Já agora, aproveitava para informar os senhores automobilistas que, quando quiserem cortar para a esquerda num CRUZAMENTO, devem colocar-se no EIXO da VIA, para que os veículos que se encontram atrás, não tenham que “gramar a pastilha” de esperar e possam circular, evitando assim, pequenos engarrafamentos desnecessários e incomodativos. Por último, um tema já gasto: PASSADEIRAS. É verdade, alguns automobilistas continuam a não respeitar as mesmas e a palavra a utilizar é só uma: PRIORIDADE. Acreditem ou não, tenho apanhado grandes sustos ao atravessar a rua. Alameda Um de Março, Av. Ângela Tamagnini, Av. Norton de Matos, são ruas que conheço bem demais e, repito, com muitos sustos à mistura. Resumindo, só peço muita prudência, atenção, baixas velocidades respeito pelo código e discernimento automobilístico q.b. não é pedir demais, pois não?

In Jornal Cidade de Tomar - Edição N.º 3855 - 2009-04-25
Por: Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-12

COMENTÁRIOS ao texto de opinião de 2009-03-22

Sexo - Preservativo = Abstinência -> Os Comentários


A Preto e Branco

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Desenho: A Preto e Branco - Joaquim Francisco - Tomar - 2009-04-01

Era uma vez uma Rotunda – Parte I

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A notícia que circulou pelos Órgãos de Comunicação Social Tomarense (em Fevereiro) e cujo teor era: “Câmara de Tomar aprovou hoje o projecto de monumento aos construtores civis tomarenses”, deixou-me muito desassossegado. Esta minha preocupação não se deve ao facto do monumento ir “enfeitar”, perdão, ir ser construído numa rotunda, até porque, bem vistas as coisas, eles merecem isso e muito mais. Observemos: À conta da construção civil, temos as paisagens rurais mais “espaventosas” da Europa, o melhor ordenamento do território, a melhor construção do Mundo ao nível da qualidade e, acima de tudo, os melhores preços do mercado e etc… (veja-se que até eu “criei” uma rotunda alusiva aos construtores).
A minha grande preocupação vai sim, no sentido da descriminação descarada, perversa e reprovável que surge deste, diria mesmo, ignóbil acto isolado. Vejamos: Porque não, também, uma Rotunda alusiva ao Exército? Ali mesmo à frente do Regimento de Infantaria, um valente canhão ou outra peça de artilharia. Na rotunda ao pé do Hospital, porque não um monumento em honra dos Médicos? Podia ser um estetoscópio gigantone. Na nova rotunda ao pé do Cemitério Velho, uma homenagem às Agências Funerárias com uns caixões graníticos ou mármore em tamanho real (isto é só uma ideia). E os sucateiros? Que tanto têm contribuído com paisagens de regalar a vista, por este nosso País afora… Será que ninguém faz nada por estas classes?...
Salva-se, a ser verdade, o zum zum que circula nos corredores Camarários e que, (esta notícia é em 1.ª mão, ou não) segundo a minha fonte infiltrada na nossa Edilidade, consta que: Na rotunda do Politécnico vai surgir uma réplica da Janela do Capítulo, a três dimensões. Na nova rotunda à saída de Tomar, sito Av. Nuno Alvares Pereira, um Tabuleiro em chapa zincada e acrílico (por causa das intempéries) com os pães de esferovite para evitar roubos ou dúvidas gastronómicas (com a crise que temos, até aquele pão desaparecia). Para se redimirem (conta-se… e não digo mais nada sobre isso), a Fonte Cibernética como está a cair aos bocados, vai desandar para dar lugar a uma Roda do tipo da do Mouchão, em ferro forjado e alumínio, aprimorada com uma nova canalização de águas para fazer andar a mesma. Esta rotunda vai contemplar também a toda a volta, um palanque amovível para receber as multidões, que pontualmente comemoram eventos, naquela linda área, nomeadamente, corrida de motards, futebóis, eleições, e outros. Vão, segundo consta, colocar um parque de estacionamento para o “carro amarelo da música”, (sabem, aquele que aparece como que por magia, a dar música ao pessoal e a gritar “Portugal… Portugal… Portugal” e que depois desaparece como que por magia, para voltar a aparecer passado uns tempos), passe a publicidade, ao amarelo, claro. De referir que, o alcatrão circundante vai ser melhorado e quiçá, reforçado, digo eu. Para concluir, a rotunda ao pé da GNR, vai ser abrilhantada com um Monumento aos Políticos. Soa por lá (na Câmara e mais uma vez, segundo a minha fonte infiltrada) que vai levar com um outdoor, todo ele LCD de 1000” (mil polegadas), onde irão passar 24 sobre 24 horas, textos, imagens e discursos das mais recentes promessas efectuadas pelos mesmos. Informações de trânsito, tempo, totoloto, totobola, MTV Portugal… Lotaria Popular… Bem… também vão passar filmes sobre as diversas reuniões camarárias. Já estou com a cabeça a andar à roda. Brevemente escreverei mais sobre Rotundas. Fiquem bem.

In Jornal Cidade de Tomar, Edição N.º 3852 de 2009-04-03
Por: Joaquim Francisco - 2009-03-26

Fotomontagens: Joaquim Francisco (imagens retiradas da Net)